Sem medida a vontade de ver De tocar, apertar, rir, chorar A vontade que arde o peito Saudade do cheiro, do olhar Do sorriso que não sai do pensar Da alegria que não se finda De tudo o que não se acaba Da mágica que fica, que cintila Faz da memória a primavera Do sonho que não se acaba Da majestosa lembrança O amor.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
A endoscopia da alegria!
Estava com um exame de endoscopia agendado. Na noite anterior, estava me sentindo ansiosa e tensa, sempre com o pensamento de que fosse a anestesia que fosse certamente eu acordaria no meio do procedimento e entraria em pânico com um cano enfiado na minha garganta, lógico que no meu pesadelo eu morria de desespero também!
Como tudo que é novo desperta medo, eis-me lá, com medo!
O mais engraçado, é dormir antes (desmaiar) e acordar lentamente ( despertar tranquilo e sereno)... Virei a cabeça, engoli seco, que alivio não ter nada enfiado dentro da minha boca! Sorri sozinha.
Procurei a Nani (Nani é a minha amiga que é Técnica de Enfermagem do Hospital e ficou comigo o tempo todo no procedimento), e logo depois quase que de imediato, procurei o rapaz (aquele tal...). Queria que ele estivesse ali tirando sarro da minha cara de “chapada” ao mesmo tempo em que certamente estaria segurando minha mão e me beijando suavemente. Sabia que ele me esperava na recepção. Sorri novamente.
Quanta alegria num exame em que enfiam um cano com uma câmera pela sua boca!
Mas nem tudo é perfeito. Foi tudo culpa do Popofol. Estou fâ desse medicamento agora.
Estou achando que preciso de outra endoscopia...
Mentira! To precisando saber o “resultado” de tanta alegria!Eu não sei não, mas desconfio que meu coração apareceu mais que me estômago.Eu estava me sentindo viva, alegre e protegida.
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